1998 | piti

Espetáculo de estréia da Cia Dani Lima, Piti trata da histeria, do descontrole, da perda da razão, da loucura que nasce das emoções contidas. Dos pequenos chiliques do dia a dia às grandes explosões que podem transformar a vida de uma pessoa.

Em 1997, o Panorama RioArte de Dança Contemporânea, sob direção artística da coreógrafa Lia Rodrigues, acolheu a estréia de um exercício coreográfico de quinze minutos chamado Piti, em apresentação única no Teatro Carlos Gomes. A repercussão foi tão positiva que Dani Lima conquistou o apoio do jornal O Globo, sendo beneficiada pelos projetos O Globo em Movimento / Dança Brasil 1998. A Cia Dani Lima estreou a versão completa de Piti no Teatro Villa Lobos, no Rio de Janeiro. O espetáculo recebeu as indicações de Melhor Figurino (Valéria Martins) e Melhor Trilha Sonora (Felipe Rocha) para o Prêmio Rio Dança 98, e foi considerado pelo jornal O Globo como “um dos 10 melhores espetáculos do ano de 1998”.


concepção e direção: Dani Lima
criação coreográfica: André Masseno, Daniela Fortes,
Dani Lima, Marília Bezerra, Luciana Brites, Stela Guz, Vinicius Salles
direção coreográfica: Dani Lima
participação especial: Daniele Barros e João Brandão
figurinos: Valéria Martins
cenário e direção de arte: Anna Vandenbergue e Davi Bartex
iluminação: Paulo César Medeiros
direção musical: Felipe Rocha
trilha sonora executada ao vivo: Brasov – Fabiano Kriger, Rafael Rocha, Felipe Rocha, Daniel Vasques
e Lucas Marcier
engenharia circense: Cláudio Baltar e Vanda Jacques
assistente de direção: Mônica Prinzac
visagismo: Rubem Cunha
surpervisão coreográfica em “Coisa que dá e passa”:
Silvia Sotter
fotos: Claudia Ribeiro

"Dani está em segurança na utilização do espaço aéreo e já mostra que também sabe usar os bailarinos em bons duos e grupos no palco. Todos muito preparados para a exigência física e emocional do espetáculo, que se dedica a retratar o descontrole, a histeria e os ataques de nervos típicos da mulheres”.
Nayse López, Baderno B | Jornal do Brasil
Fev 2000

“A bailarina carioca foi a sensação do último Panorama RioArte de Dança, com um duo acrobático a alguns metros do solo, coreografia que integra seu espetáculo Piti”.
Adriana Pavlova, Segundo caderno | O Globo
Nov 1998

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