bio

A bailarina e coreógrafa e pesquisadora Dani Lima vive e trabalha no Rio de Janeiro. Foi fundadora da Intrépida Trupe, grupo de Novo Circo que integrou por 13 anos.Graduada em Jornalismo, Mestre em Teatro, e doutoranda em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, sua formação corporal passa pelo balé clássico, dança contemporânea, artes circenses, teatro, performance, contato-improvisação, educação somática, Gyrokinesis®, Body-Mind Centering®. Em 1997 criou sua companhia com a qual tem realizado diversos espetáculos, residências e workshops em teatros, instituições artísticas  e festivais por todo Brasil e na Europa, tais como: Panorama de Dança RJ; Europália Basil; Kunstencentrum BUDA Kortrijk; Kunstenfestivaldesarts Bruxelas; Bienal SESC de Dança/Santos; Theater der Welt – Halle/Alemanha; Play! Leipzig; Alkantara – Lisboa, Four days in motion – Praga; HAU II – Move Berlim; FIAC Salvador; FIL RJ; Palco Giratório SESC Nacional; Mostra das Artes SESC SP; Porto Alegre em Cena; Festival de Londrina. Seus trabalhos mais recentes –  100 gestos (2012) e Pequena Coleção de todas as coisas (2013), Emoticon (2016) foram destacados pela crítica especializada entre os melhores do ano. Publicou os livros “Corpo, política e discurso na dança de Lia Rodrigues”(2007) e “Gesto: Práticas e Discursos”(2013). Foi docente de Corpo/Dança na UniverCidade (2001- 2009) e desde 2016 é professora do Curso de Artes Cênicas da PUC-RJ. Realiza palestras, debates e workshops por todo o país e escreve artigos para publicações especializadas em artes cênicas, dança, corpo e educação. Dani colabora com artistas de diversas áreas e atua como preparadora corporal / coreógrafa em dezenas de peças de teatro e programas de TV, entre os quais o programa Amor & Sexo, da TV Globo, de 2012 a 2108.

Como artista e pesquisadora Dani se interessa especialmente pelas formas de expressão de um corpo confrontado consigo mesmo e com a alteridade. Suas pesquisas são centradas nos processos de produção de sentido a partir das sensações, percepções e gestos do corpo, através de uma poética arquivista e de experiências transdisciplinares.

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